Registros Akáshicos: A Malha Universal na Mente de Jung
- Stela Raupp
- 8 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Você já parou para pensar na origem da intuição ou de um insight profundo? A sabedoria pode vir de uma fonte muito mais ampla do que a sua mente consciente.
O conceito esotérico dos Registros Akáshicos descreve um campo de energia eletro-informacional que permeia o Universo, atuando como o registro vivo de toda a existência—o banco de dados cósmico que armazena todas as experiências, passadas e futuras. Essa matriz, frequentemente referida como Malha Akáshica, é, literalmente, uma rede elétrica que nos conecta.
Na Psicanálise, Carl Jung buscou entender essa conexão universal e a denominou Inconsciente Coletivo. Esta é a camada mais profunda da nossa psique, compartilhada por toda a humanidade e herdada geneticamente e espiritualmente.
A ponte entre esses dois conceitos são os Arquétipos (como o Herói, a Sombra ou o Self). No contexto desta integração, os Arquétipos são as frequências ou os códigos que a Malha Akáshica utiliza para se manifestar em nossa mente. Eles são os padrões inatos de informação que a rede cósmica transmite à psique individual.
Em resumo: Se a Malha Akáshica é a rede eletro-informacional do cosmos, o Inconsciente Coletivo é o software da psique humana que roda nessa rede.
O processo de Individuação (a busca pela totalidade e pelo Self, na teoria junguiana) pode, então, ser visto como a calibração da sua frequência pessoal com a frequência de sabedoria da Malha. É através dessa conexão profunda que podemos integrar a Sombra (o karma ou trauma registrado nos Registros Akáshicos) e manifestar o nosso potencial mais elevado.
O autoconhecimento final não está apenas dentro ou fora de você, mas na intersecção eletricamente conectada que faz de você um ser simultaneamente individual e universal.




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